No final do século XIX, a região norte do Estado de Santa Catarina passou por um grande e vigoroso processo de desenvolvimento econômico, com o crescimento das atividades de escoamento de produtos pela nova estrada de terra que integrava Joinville ao planalto norte do estado.
Os principais produtos escoados eram a Erva-Mate e as Madeiras Nobres, que após serem processadas em Joinville, seguiam viajem pelo Rio Cachoeira e pela Baía Babitonga até os primeiros trapiches construídos em São Francisco do Sul.
Um dos pontos com boa profundidade escolhido na orla da Baía Babitonga para a construção de um destes trapiches foi o local conhecido na época como Ponta das Pedras onde hoje encontra-se instalado o Terminal Turístico de Passageiros.
No decorrer de sua existência, o imóvel trocou de mãos, pertencendo a vários donos como: a empresa A. BATISTA (do Joinvillense Sr. Abdom Batista), Antônio Tavares de Oliveira, Alois Morrisen, União Mercantil Brasileira e depois a empresa SAMRIG - Sociedade Anônima Moinho Rio Grande, com sede na cidade de Santos/SP, de onde veio o nome de Trapiche Santista.